Depois da dor....

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Blog de vinnymartins :Palavras de Um Futuro Bom, Depois da dor
Algumas vezes eu questionei a natureza das coisas. "Qual o motivo disso ter acontecido?", "Aonde eu errei?", e "Por que isso comigo?". O ato de questionar em si já mostra que há alguma coisa errada, fora do planejado e inevitavelmente incômoda.
Então algo mexe conosco de uma forma que nos obriga a acreditar na esperança: o que nos sacode em nós mesmos é simplesmente saber que um dia essa dor vai acabar.
Mas uma pergunta surge automaticamente, como se fosse puxada pelo otimismo da crença do fim da dor: que vem depois da dor?
Às vezes parece que a vida leva de nós aquilo que mais valorizamos.
Para uma flor, o que é mais importante?
Quem foi eleito à presidência não é, disso temos certeza. A flor irá se importar com o que é parte dela, como por exemplo as pétalas que o vento levou para longe dela. Quando amamos alguém, ou alguma coisa, a figura amada passa a ser parte de nós, e sentimos mais do que sua falta quando ela se separa de nós; sentimos dor.
É uma dor tão forte, tão intensa, que chega a ser física. Como quando você se corta e perde sangue, ou quando você perde um membro do seu organismo. É quase como a dor da morte de alguém querido, só que logicamente, nesse caso não há mortes. Mas só a idéia de perder quem você ama é como a idéia da sua própria morte, pois você sente que não pode sobreviver com o espaço vazio que ela deixou.
Quando você ama alguém, essa pessoa passa a ser a sua vida.
Eu te amo, e desde que te amei você passou a ser a minha.
Estar sem você é o mais próximo de morrer que eu poderia estar, e devo admitir que por alguns instantes eu acreditei que tinha te perdido; te perdido em mim.  
Não vou desistir de você, a não ser que você queira que eu desista. Você é o que há de melhor em mim, e mesmo não sabendo voar você conseguiu me salvar! Meu Super-Herói!Meu Tudo....te amo
Eu posso até tentar, mas esquecer você não chega nem perto de ser tão simples como começar a gostar. E mesmo apesar dos problemas, apesar de todas coisas ditas e feitas, eu ainda sou sua Menina e quero sempre ser...


Então voltamos à pergunta que leva o título deste artigo. O que vem depois da dor?
Depois da dor vem a paz.
Um novo tempo virá pra nós.
Um tempo de felicidade, paz, e acima de tudo amor.
Esse é o nosso tempo.
Nada nem ninguém vai estragar isso.

Você é a minha água.
Você é a minha felicidade.Você é a minha paz.
Hoje estou certo, não vivo sem você
Temo que seja só um sonho, temo o amanhecer
É com você que os meus pés saem do chão
Você completa o meu meio coração.

Uma Força Chamada Amor ♥

11:26 Edit This 0 Comments »
O amor é paciente, é benigno. O amor não inveja, não se vangloria, não se ensoberbece.
Não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal.
O amor não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha, mas havendo profecias, cessarão; havendo línguas, desaparecerão; havendo ciência, passará.
Pois em parte conhecemos, e em parte profetizamos.
mas quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.  
Agora vemos em espelho, de maneira obscura, então veremos face a face. Agora conheço em parte; então conhecerei como também sou conhecido. 
Agora permanecem os três: a , a esperança e o amor, mas o maior destes é o  amor ♥


Só os loucos sabem

11:18 Edit This 0 Comments »
Blog de vinnymartins :Palavras de Um Futuro Bom, Só os loucos sabem
Algumas visões sobre loucura defendem que o sujeito não está doente da mente, mas pode simplesmente ser uma maneira diferente de ser julgado pela sociedade. Na visão da lei civil, a insanidade revoga obrigações legais e até atos cometidos contra a sociedade civil com diagnóstico prévio de psicológicos, julgados então como insanidade mental.(Fonte: Wikipedia)



Há vários conceitos sobre loucura.Todos conhecem a ilustre imagem de Einstein, com seus cabelos ouriçados e sua língua em exposição. Louco? Talvez. Gênio? Sem dúvida alguma.
Um homem que deu novos rumos à humanidade.
O gênio.
O louco.
E sem dúvida alguma, imortal.
 O medo cega os nossos sonhos.Agora eu sei exatamente o que fazer.
Michel Foucault disse que a psicologia nunca poderá dizer a verdade sobre a loucura, pois é a loucura que detém a verdade da psicologia.
Se ele está certo eu não sei. Mas não é novidade pra ninguém que há um pouco de razão na loucura.
A loucura tem a capacidade de tornar a pessoa mais aprisionada em alguém livre. Só a loucura permite que o impossível se torne físico e sólido, como uma pedra lapidada.
A loucura é relativa.
Pode ser uma coisa boa tanto quanto pode ser algo ruim.
A grande maioria dos casos de loucura está relacionado, direta ou indiretamente, ao amor.
Eles dizem que é impossível encontrar o amor sem perder a razão
É nessas horas tão loucas que é mais constante a necessidade de manter o autocontrole, pois um breve momento de loucura pode gerar uma enorme temporada de arrependimento.
Nosso estimadíssimo amigo Willian Shakespeare deixou um pensamento muito exato, que eu compartilho agora com você.
O amor é a única loucura de um sábio e a única sabedoria de um tolo.
Mas pra quem tem pensamento forte, o impossível é só questão de opinião
A loucura nos torna deuses, e a sanidade nos torna escravos.
Loucura é só uma questão de ponto de vista? Talvez.
Mas fato é que de loucos, todos nós temos um pouco.
Frase do dia:
"A loucura é uma ilha perdida no oceano da razão."Machado de Assis

Faz tudo parte do plano.

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Então, os problemas que vivemos hoje e as dificuldades que enfrentamos, serão compreendidas num futuro talvez distante, talvez próximo. Não agora; ainda não é a hora de conhecer os verdadeiros motivos de fatalidades inexplicáveis.
Um amor que surge do nada; outro que é alimentado por esperanças invisíveis; uma paixão silenciada pela morte; uma amizade que entra em crise; uma rede de intrigas que corroem até mesmo os mais seguros homens; um passado que ainda teima em assombrar; uma chama ainda acesa; um grito de socorro; um clamor de súplica; o ar que foge aos pulmões; uma história que se inicia; uma história que chega ao fim.
 Seríamos escravos de nossos medos?
   Somos vítimas da nossa própria inocência? Ou somos castigados pela nossa racionalidade?
   O Homem é um ser que se anuncia pensante, mas na hora em que mais precisa desfrutar dessa qualidade, foge de seus problemas, acovardando-se por entre os ouvidos dos outros e dando a eles o gosto doce da vida alheia. Talvez o que falte seja atitude. Talvez o que falte seja a coragem. Talvez o que falte seja o caráter. Talvez o que falte seja a razão.
   Como já foi dito em outro artigo, loucura é uma questão de ponto de vista. Cada um tem sua razão; cada um tem sua história; cada um tem seus motivos. Mas no fim, mesmo depois de serem apresentadas e ouvidas todas as versões, a verdade é uma só, e essa única verdade reina sobre nós todos.
   Não há certo ou errado. Não há bem ou mal. Há apenas um leque inacabável de suposições sobre o que poderia ser, mas não é. O que todos buscam, incansavelmente, é o melhor para si. E acabamos provocando nosso próprio fim tentando evitá-lo. Todos fogem do futuro, pois sabem que por mais prolongado que ele seja, ele termina em morte. A morte não é a solução. A morte é o preço que todos os homens pagam por seus erros; é uma espécie de quitação de dívida com a vida. Nós não erramos tanto ao ponto de merecermos fechar a conta tão cedo.
   Um homem cometeria tantos crimes ao ponto de merecer a morte?
   Um homem levaria uma vida tão desequilibrada ao ponto de desejar a própria morte?
   Ou pelo menos há alguém que veja além disso, ao contrário de quem nota a sujeira de um vidro mas não repara no que há por de trás dele?
   Alimentar uma mentira é o mesmo que cavar seu próprio túmulo. Está chegando a hora de consertar as coisas, e refazer do zero. Sem falhas. Sempre há um jeito de reparar seus erros.
   Não há montanha alta demais para não ser escalada.

   O plano falha. O Homem falha. Aonde está a perfeição?
   Não existe um ser humano perfeito, assim como não existe uma vida perfeita. Entretanto, existem planos perfeitos, e são considerados manobras de mestre, pois são poucos os que conseguem arquitetá-los. Mas nenhum plano é tão perfeito quanto o perdão.
   Pode fazer sol, ou cair chuva, ou escurecer e ficar frio. O perdão é a única coisa que nos mantém unidos e fortes. Dizem que perdoar é esquecer. Em tese, é sim. Mas na prática, perdoar é ignorar, passar por cima, e continuar. Só isso. Simples e humildemente continuar.
   A única coisa que pode salvar uma pessoa e conceder-lhe a redenção é o perdão. Mas para receber o perdão dos outros, primeiro eu preciso me perdoar. Eu errei. Eu erro. E vou continuar errando até acertar, nem que eu erre mais mil vezes. Eu sei que uma hora acertarei, nem que eu vença a vida pelo cansaço. No entanto, errar não está nos meus planos.
   Mas entre correr o risco de errar até acertar ou ficar parado e esperar que as coisas aconteçam sozinhas, prefiro recorrer à minha ignorância e tomar parte nessa luta contra nós mesmos. As coisas acontecerão sozinhas se as deixarmos como estão? Talvez. Mas com certeza o resultado não será tão bom quanto se algo for feito para impedir o pior. Isso se chama precaução.
   ‘Se quer algo bem feito, faça você mesmo.’
   Já dizia o dito popular... Se você estivesse em um barco e ele começasse a afundar, você ficaria de braços cruzados olhando a água tomar aquilo que você lutou para conquistar, ficaria dando ordens aos outros para que as coisas sejam feitas sem molhar as mãos, ou faria você mesmo aquilo que deve ser feito para preservar aquilo que você tanto valoriza e ama?
   Lógico, não é plano de ninguém bater num iceberg, nem sobrecarregar a embarcação. Mas se as coisas apertarem, e não tiver a quem recorrer, recorra a um amigo. O melhor; aquele que está mais próximo de você e já navegou por mares inexplorados que ambos consideravam desconhecidos.
   Se o plano falhar e você se encontrar num beco sem saída, não se desespere. Tenha em mente que coisas ruins acontecem, e são necessárias se quisermos evoluir. Já passaram tempestades mais avassaladoras, e a sobrevivência se mostrou ao nosso favor. Não é prudente pular do barco só porque soprou um vento leste e você sentiu frio. E menos prudente ainda é ir procurar segurança em outro barco.
   O plano era ancorar a salvo em um porto próximo e reabastecer.
   Creio que já estejamos ancorados. Agora é só traçar o plano de curso e continuar seguindo em frente, até onde o horizonte pode nos levar. E o que o futuro tem a nos trazer? É um mistério. É bom que continue sendo sempre uma surpresa.

Quando há uma chance de dar errado, dará errado.

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 Nos tempos atuais, a perfeição é algo que deve ser preservado com cautela. Um ato imperfeito, ou um simples apontamento fora de hora, pode levar a um efeito dominó de intermináveis frustrações e mágoas. 
   Um plano, antes de mais nada, baseia-se sobre uma escolha. Você procura escolher de ante mão o futuro que irá viver. E com esse planejamento, as coisas vão aos poucos se tornando mais concretas, e tudo passa a ser minuciosamente calculado. Fato é que todos gostam quando as coisas acontecem de acordo com seus planos.
   Anteriormente, escrevi um artigo sobre destino e acaso. Há controvérsias nas diversas opiniões que rondam o assunto; há quem diga que já é tudo prescrito, e as coisas acontecem porque estavam predestinadas a acontecer e não seria possível impedir; mas também há quem diga que as coisas simplesmente acontecem, e quando algo dá errado, consolam a si mesmas dizendo ‘paciência’.
   Se é o destino ou o acaso quem rege a ordem dos fatores universais, eu ainda não sei. Mas estou apta a idéia de acreditar que tudo tem um motivo pra acontecer. Como dizem os corrompidos; ‘os fins justificam os meios’. E, tecnicamente falando, acredito que é isso mesmo. Creio que no final de tudo haverá uma grande explicação para os momentos de dor, de angústia e sofrimento. Serão explicadas também as horas de felicidade, prazer e conforto. Estou confiante que tudo irá ser justificado.

A Lei de Murph.

10:44 Edit This 0 Comments »
 Há uma lei mundialmente odiada, que não costuma falhar.
   A Lei de Murph.
   Essa lei diz que se em cem por cento de chances, noventa e nove indicam que dará certo e uma indica que dará errado, então dará errado. Não entendeu?
   Se há duas possibilidades, independente da porcentagem, como noventa e nove pra um, as chances se equilibram, ficando cinqüenta a cinqüenta; pois ou dará certo ou dará errado. Não há um meio termo que se aplique a isso. E quando as chances ficam igualadas, a tendência é que sempre impere o lado negativo.
   Mas enfim, não é sobre a Lei de Murph que se trata este artigo; mas sim a planos. Não sei quanto aos teus planos, estimado leitor, mas os meus sempre dão errado. Não há regra a ser seguida, e também não há exceção a ser notada; há apenas uma série de fatores que atingem um indivíduo em súbito e o levam à loucura.