Para o amor existe idade?

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Para o amor existe idade?

O tempo contado cronologicamente é um tempo ilusório, pois quando estamos felizes e em harmonia não percebemos o tempo passar, porém, quando estamos em um estado contrário o tempo se torna lento a ponto de não passar. Geralmente relacionamos a idade ao tempo e isto também é discutível, pois o que vemos por fora não é exatamente o que é por dentro. Então eu pergunto: o que é a idade para algo que sentimos e que está além dos nossos olhos físicos, pois se encontra em nossa alma?

É um péssimo costume e até um valor invertido relacionarmos a nossa idade ao tempo e isto nos faz novamente recair sobre a questão do tempo ser uma ilusão, principalmente em relação a esta questão do amor, porque o que envelhece é apenas o nosso corpo físico e não necessariamente nossa alma. Esta não tem idade contada, pois ela é ao mesmo tempo uma criança pura, um ser maduro e uma anciã.

A alma também pode ser chamada de essência interna e é ela quem ama livre de preconceitos, valores e crenças que possam limitá-la em relação ao amor. O que ocorre é que muitas pessoas se prendem a muitas limitações por exatamente acreditarem em valores e crenças invertidas e acabam não se permitindo ao amor quando ele chega a suas vidas. Sobre estas “coisas” de amor não se tem controle, pois são acontecimentos que acabam aparecendo e dando certo quando nos abrimos verdadeiramente para amarmos e sermos amados.
Para o amor existe idade?
Em geral existe por parte das pessoas muitos preconceitos quando se trata de relacionamentos, por exemplo na terceira idade ou até mesmo em casos de idades mais avançadas. Há também o caso de precocidade, porém muitas vezes não se trata verdadeiramente de amor, mas sim de estímulos que as crianças e os jovens recebem dos atuais costumes sociais, culturais e educacionais. Parece que a sociedade e as pessoas em geral somente aceitam o amor dentro de uma determinada faixa etária e quando esta é ultrapassada se torna quase que uma aberração. A mesma situação ocorre, por exemplo, quando é mostrado dois velhinhos se beijando e se abraçando dizendo: eu te amo um para o outro! Isto parece que provoca nas pessoas certa rejeição como se os idosos não pudessem amar, namorarem e até se casarem seja qual for a idade que tenham. Sinto que se o corpo físico não agradar os olhos físicos, as pessoas em geral não aceitam que exista amor. Será que o amor somente tem a ver com a estética e a juventude?

Tudo na natureza é em mudança contínua, portanto o amor também é. Normalmente a maioria das pessoas pensam que o amor é sempre o mesmo. Assim como o tempo cronológico trás os sinais evidentes de sua passagem o amor vivido na adolescência não é o mesmo numa fase anciã. A paixão não é amor. O amor é algo muito maior, mais profundo e mais essencial que os impulsos vibrantes da paixão que motiva tantos casais a se separarem por justamente não conseguir mantê-los sempre em alta ou da mesma forma. O amor se apresenta de diversas formas e, também, evolui conforme nossa maturidade; portanto, o amor não é sempre o mesmo e nem sempre igual. Isto significa que não podemos e não devemos pensar em comparar tipos de amores. Cada ser é um universo de sentimentos e de amor. 

Seja em que idade for, quando o amor é verdadeiro ele trás a força da união, da harmonia e da essência da vida. Se o amor chegou para você lembre-se de que você merece e que nunca é tarde para o amor, pois o tempo é uma ilusão!


Desde que o mundo é mundo, existe um preconceito dizendo que o amor morre com a idade.
Até pouco tempo atrás, isso era aceito como verdade, até mesmo pelos idosos, que se julgavam velhos para amar. Felizmente este é mais um dos tabus quebrados pela própria vida, e pela modernização de nosso sistema de vida.
O que pode morrer dentro de uma pessoa, é sua vontade de viver, única condição para matar a capacidade de amar, que nasce e morre conosco. Ao nascermos, nosso primeiro contato com nossa mãe, faz despertar o sentido mútuo de amor. E pelo resto da vida, sempre estaremos propensos a amar alguém. Existem diversas maneiras de exprimir esse amor, mas ele sempre estará latente em nossa alma, ou como preferirem, em nosso coração. Existe uma infinidade de amores, mas o mais é falado é aquele que surge entre duas pessoas, de sexo diferente, ou do mesmo sexo, que faz despertar a libido, o desejo de um contato físico, que pode ser sexual, ou não. É o chamado “amor físico”.
Aliás, é esse amor físico que é tido e havido como prerrogativa dos mais jovens (ou menos velhos). Quando um casal atingia uma certa idade, ou uma idade certa, dizia-se que nada mais poderia haver entre eles. E o triste é que muita gente acreditava nisso, e deixava de haver aquela procura mútua pela troca de carícias antes existente. E o amor ia fenecendo entre ambos, e desaparecia o antigo brilho no olhar, denotando a chegada da velhice.
Na realidade, o que ocorria, era uma diminuição da capacidade e do desejo sexual, o que sempre foi um tormento, principalmente para os homens, que se aterrorizavam, (e ainda se aterrorizam), com as eventuais e fatídicas “falhas” no momento do sexo, esquecendo-se de que isso ocorre mesmo entre os jovens, pois é uma questão de disposição física e psicológica de momento.
Li uma citação de Magdalena Lea que explica bem esse chamado “problema sexual” que a idade nos traz, e é uma cristalina verdade:
Fazer sexo é como subir uma escada: o velho pode demorar mais que o jovem, mas os dois chegam lá. (Magdalena Léa)
Não podemos nos esquecer também que essa demora em chegar ao ápice, sempre poderá trazer um prazer maior, desde que ambos saibam como desfruta-la, curtindo-a, ao invés de se aborrecerem. Para que a pressa? “Devagar se vai ao longe”, já dizia um velho deitado, digo, ditado...
Além do que, o amor não é apenas o sexo, que sempre é a parte que mais provoca desanimo com a chegada da idade, com alguns julgando-se incapazes de praticá-lo. O que não se pode, é deixar que tal pensamento domine a cabeça. Em caso de dificuldades, basta saber procurar o tratamento adequado para cada caso, sem temores nem preconceitos em expor o chamado “problema” encontrado, na maioria das vezes de fácil solução.
O amor manifesta-se em qualquer idade. O importante é ter a mente e o coração abertos para o amor, pois assim sempre poderemos encontra-lo em nossa vida.
Se conseguirmos manter a presença constante do amor de sempre, é importante saber valoriza-lo, nunca esquecendo de renova-lo a cada dia. O amor para não fenecer, exige constantes cuidados, os mesmo dedicados às flores, com a única diferença de que elas são regadas com água, e a água que regará o amor, é o carinho e a atenção constante.
Se, por motivos quaisquer, perdermos o amor de sempre, sempre poderemos encontrar um outro amor em nossa caminhada. O que não pode acontecer, é o fechamento do caminho, é deixar que a vida morra conosco ainda vivos fisicamente.
O sentimento do amor, apenas deverá nos deixar com nosso último suspiro.
Jamais poderemos nos esquecer de que, se não tivermos alguém para amar, sempre nos teremos, e sempre seremos merecedores de nosso amor. E mais do que ninguém, de nosso Amigão, que sempre nos guiou em nosso caminho, ensinando-nos amar aos outros como a nós mesmos.

espero que gostem, pois passei mais de duas horas pesquisando a respeito....
E com esse pensamento de amor fraterno, desejo a todos UM LINDO DIA.
by poliana soares

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